‼️ URGENTE
TEM UMA MÁQUINA DE ESPINOAR DE 140 MILHÕES
MOÇAMBIQUE COMPROU UM SISTEMA CHINÊS PARA OUVIR TUDO E TODOS
Uma revelação de 2016 mostra que governo de Guebuza instalou sistema de intercepção total com intermediação do seu próprio filho
Enquanto o mundo discute como criar agências para se proteger de espiões estrangeiros, Moçambique viveu o caminho inverso: criou uma máquina para espionar os seus próprios cidadãos.
Em 4 de Maio de 2016, o jornal @Verdade soltou a bomba: o governo moçambicano estava a "ouvir as chamadas telefónicas, ler as mensagens de texto (SMS, e-mail, WhatsApp, Viber...) e monitorar a atividade nas redes sociais e os sites que os moçambicanos visitam".
Entre 2012 e 2014, a Casa Militar da Presidência da República comprou um Comando Nacional de Intercepção de Informação.
Quem instalou? A ZTE Corporation, gigante chinesa acusada nos EUA de ser braço do governo chinês.
Quanto custou? 140 milhões de dólares americanos – dinheiro público.
O sistema era de "intercepção intrusiva", ou seja, não precisava de mandato judicial para cada alvo. Tinha acesso direto às operadoras Vodacom, Tmcel e Movitel. Tudo o que passava pela rede ficava gravado.
O negócio militar não foi feito directamente pelo Estado.
Foi intermediado pela empresa privada Msumbiji Investment Limited onde o Administrador Executivo era Mussumbuluku Guebuza, filho do então Presidente Armando Guebuza.
A intermediação rendeu 8% de comissão – mais de 1 milhões de dólares
Até hoje, nenhum governo explicou:
1. Onde está fisicamente o servidor?
2. Quem tem acesso hoje, no governo de Chapo?
3. Os dados de 2014 a 2026 foram apagados?
4. Por que Moçambique não tem uma lei de proteção de dados como a África do Sul, onde o chefe dos serviços secretos tem mandato fixo e não pode ser demitido pelo Presidente?
Enquanto o Japão, que por 80 anos jurou nunca mais ter espiões, criou agora a sua Agência Nacional de Inteligência para se proteger da China e da Rússia, Moçambique usou tecnologia chinesa para se proteger... dos moçambicanos.
A pergunta que fica: a máquina de 140 milhões ainda está ligada?
